Segunda-feira, Novembro 02, 2009
A razão nos possibilita apenas sobreviver. Mas é a emoção, ou o conjunto delas, que nos faz realmente viver.
Domingo, Outubro 25, 2009
"Entre"
"Percebo,
e me alegro por isso,
que tenho buscado mais, dos maiores dias
e não quantos dos dias deles"
e me alegro por isso,
que tenho buscado mais, dos maiores dias
e não quantos dos dias deles"
Sábado, Outubro 03, 2009
De um presente sem memória
Os daquele tempo endeusavam os que diziam antecipar o futuro,
Os da época presente justificam seus erros em muliadas conclusões de um passado que mal passou.
As capacidades conhecidas do homem formaram gerações, valores e estruturas sociais tão complexas que os próprios não entendem;
qualificam a beleza, a estética e outros tipos de valores nada relacionados a princípios.
Tudo através da capacidade de pensar, de gravar, de reusar.
Essas vistas olham para um passado facilmente quantificavel, e se esquecem de eternos aprendizados. A sociedade humana atual pode ser considerada a mais desatualizada delas.
Para trás deixam impérios desmoronados por suas egocêntricas sagacidades,
ignoram reis que em seus fins reconheceram como espúrias suas guerras,
desnecessárias suas vidas.
O homem dos futuros ora criados por aqueles eudeusados desdenha dos aprendizados dos ancestrais do avôs, das avós de seus avôs. Quando muito aprende pobres e recentes lições paternas.
Se eu não pensar assim, sou então obrigado a pensar que tropeça sistematicamente por vontade própria , auto-eliminadora. Que exalta seus feitos sem saber que a única história que faz é uma que não terá primatas racionais ou irracionais para escrever. Pois suas únicas evoluções, “auto-meritosas” dentro de sua lupa, ainda vão destruir o planeta olhado pelo binóculo da história.
Os da época presente justificam seus erros em muliadas conclusões de um passado que mal passou.
As capacidades conhecidas do homem formaram gerações, valores e estruturas sociais tão complexas que os próprios não entendem;
qualificam a beleza, a estética e outros tipos de valores nada relacionados a princípios.
Tudo através da capacidade de pensar, de gravar, de reusar.
Essas vistas olham para um passado facilmente quantificavel, e se esquecem de eternos aprendizados. A sociedade humana atual pode ser considerada a mais desatualizada delas.
Para trás deixam impérios desmoronados por suas egocêntricas sagacidades,
ignoram reis que em seus fins reconheceram como espúrias suas guerras,
desnecessárias suas vidas.
O homem dos futuros ora criados por aqueles eudeusados desdenha dos aprendizados dos ancestrais do avôs, das avós de seus avôs. Quando muito aprende pobres e recentes lições paternas.
Se eu não pensar assim, sou então obrigado a pensar que tropeça sistematicamente por vontade própria , auto-eliminadora. Que exalta seus feitos sem saber que a única história que faz é uma que não terá primatas racionais ou irracionais para escrever. Pois suas únicas evoluções, “auto-meritosas” dentro de sua lupa, ainda vão destruir o planeta olhado pelo binóculo da história.
Quarta-feira, Setembro 23, 2009
United breaks Guittars and the new media....
... channels can brake some dictatorial market laws ...
Sensacional a maneira como esse rapaz se utilizou do mais (ainda) democrático meio de comunicação para se desfazer daquela angústia interna que nos arremete a maneira como algumas empresas simplesmente ignoram as dores de cabeça que nos causam.
É comum quando lidamos com algumas gigantes tratarem nossos "grandes e individuais problemas" de maneira coletiva. A linha de frente dessas corporações, normalmente desprovida de cognição, ferramentada apenas com seus tão famosos e quanto inúteis procedimentos padrão, vê-se agora em uma situação onde uma das milhões reclamações que ignoram, que inicialmente custariam poucos milhares de dólares se bem cuidadas, podem do dia para noite arranhar a imagem de uma empresa em muitos milhões de verdinhas.
Com certeza fatos como este ao longo dos próximos anos fará com que nossas pequenas arguições sejam geridas com respeito merecido, antes não sustentado pelas necessidades de mundos monopolistas como aviação, telecom, TV por assinatura e etc.
Sensacional a maneira como esse rapaz se utilizou do mais (ainda) democrático meio de comunicação para se desfazer daquela angústia interna que nos arremete a maneira como algumas empresas simplesmente ignoram as dores de cabeça que nos causam.
É comum quando lidamos com algumas gigantes tratarem nossos "grandes e individuais problemas" de maneira coletiva. A linha de frente dessas corporações, normalmente desprovida de cognição, ferramentada apenas com seus tão famosos e quanto inúteis procedimentos padrão, vê-se agora em uma situação onde uma das milhões reclamações que ignoram, que inicialmente custariam poucos milhares de dólares se bem cuidadas, podem do dia para noite arranhar a imagem de uma empresa em muitos milhões de verdinhas.
Com certeza fatos como este ao longo dos próximos anos fará com que nossas pequenas arguições sejam geridas com respeito merecido, antes não sustentado pelas necessidades de mundos monopolistas como aviação, telecom, TV por assinatura e etc.
Terça-feira, Agosto 18, 2009
Brasileiros da Vale, por favor, não desistam nunca!!!
Estava eu lendo twitts alheios quando vejo @MiriamLeitaoCom Fecha o tempo entre a Vale e o governo http://bit.ly/z2r3G
1) Link para artigo de Miriam Leitão com a carta de Roger Agnelli.
2)
Link para resumo da matéria de Kennedy Alencar e Julianna Sofia - na Folha para todos
OU
Link para íntegra da matéria de Kennedy Alencar e Julianna Sofia - na Folha para assinantes
Após ler isso tudo, tive que sair com o desabafo abaixo.
------------------------------
Apesar de tachado de radical por alguns poucos, meu espelho continua sereno com esta conclusão, e intranqüilo com o que ela implica à nosso país há tempos: O regime democrático no Brasil está tão longe do absolutismo Venezuelano, quanto distante também está de qualquer outra deturpada democracia “primeiro-mundista”.
Usa-se de forma lhana a classificação que ressoa uma falsa igualdade através da representação indireta. Abusa-se, aqui, da aceitação do “lobismo” como menor dos males do capitalismo democrático. Lobby formal americano é bem diferente do nosso lóbi anormal brasileiro; e não apenas na grafia. Lá acontece mais no sentido privado -> político. Aqui é político -> privado, o que muda muito a razão da equação, e a torna muito mais injusta em dois pontos. Na perspectiva ética, se pensarmos que um lobby empresarial, por mais inescrupuloso que seja, é controlado pelo mercado, pela concorrência e pelo próprio risco intrínseco advindo da divergência moral entre componentes do conselho administrativo das empresas - que exercem a influência política sobre o poder público central. O segundo ponto é talvez o mais fundamental. Nosso lóbi é feito por indivíduos que desejam se perpetuar no poder. Ainda que com fins lucrativos (menores que o lobby empresarial), o político brasileiro, motivado por fatores históricos e por serem quem são exercem sem enxergar limites, o que de pior existe dentro do ser humano: o egoísmo, a mentira, o deslumbre e a ignorância ao próximo.
O que se passa com Roger Agnelli não é novidade. Mas quando transfigurado para executivos menos protegidos pelo tamanho de suas conquistas, gera-se moeda de comparação onde concluimos o estrago que um Lula pode fazer ao exercer pressão dentro do mercado privado. Não só via as várias empresas onde o Governo é sócio através de Previ, BNDES, BB, PETRO e etc. Essas já devem ocupar um percentual doutrinador do PIB. Se estendermos isso à empresas que são indiretamente influenciadas pelo peso do consumo das que acabo de mencionar, temos então um quadro assustador. Me esforço para ver diferente, mas guardadas as proporções históricas, sob o prisma do modelo público-privado nossa ótica é chinesa.
Também não vou aqui discutir o óbvio, de que por trás das divergências do “desletrado” em face ao plenejamento estratégico da Vale (não só na crise), se escondem necessidades o bastante longínquas do interesse público.
O que causou minutos adicionais de vida à minha capacidade de indignar-me, foi ver de forma direta no relato de Agnelli - a quem tenho grande admiração dentro do mundo privado – seu “amigo” presidente da República dos Bananas sendo discretamente avisado que se quiser usar a Vale em 2010, terá que demitir não apenas o criador da atual cultura corporativa da empresa, bem como boa parte desse grupo vencedor – as criaturas, ou funcionários da Vale.
Claramente sua carta teve direção certeira. E tenho certeza que não foram Kennedy Alencar e Julianna Sofia. Esses assinaram o editorial, fazendo com que “Não sei quem a enunciou, mas certamente não o fez no sentido construtivo.” não tenha a menor razão de SER, a não SER que Roger esteja avisando algo a outro SER.
Abaixo, algumas frase que tirei da carta de Agnelli para comentar com louvado e restrito prazer. Enfim vi alguém, sem rabo preso, avisar ao presidente de alguns, que seus desatinos embrulhados em ignorantes palavras não fazem assustam a todos. Principalmente seres pensantes, que ainda tenham na sua honra seu principal orgulho. Ou simplesmente que tenham um dia tenha lido e compreendido um simples gibi do Zé Carioca, e possa estar cientes do que se passa ao seu redor. Pessoas que a consciência levanta sozinha após um livre dormir.
“Tal frase só faz sentido quando aplicada a bandidos, que não respeitam a lei nem a ética.”
Pronto, ele já disse a que bando está referindo-se: Ali Babá (ou Ali Bêbado) e os quarenta ladrões.
-------------
“ ‘Tiro de advertência’ tem de ser dado em quem não respeita a lei, a ordem ou usa de má-fé para obter vantagens em benefício próprio, ou de grupos aos quais é ligado.”
Sobra alguma dúvida sobre a quem ele está se “refelindo” companheiros?
-------------
“A Vale é a empresa privada que mais investe no Brasil. Desenvolvemos projetos estruturantes na área de infraestrutura. Dependemos exclusivamente de nossos recursos, além de termos uma sólida posição financeira para continuar a crescer. Essa situação foi conquistada por termos um grupo de acionistas controladores que trabalham para a construção de um projeto: o de ser a maior e melhor mineradora do planeta, com benefícios trazidos para o Brasil.”
Uuuuuummmmm. Essa foi no estômago, baço, queixo... e finalmente, LONA!!
Estruturantes na área de infraestrutura? Assim como todo o texto, para bom entendedor a “repetição” de palavras com significados idênticos bastas.
Dependendo apenas dos próprios recursos, fato esse que salvou o governo Lula da atual crise atual. O montante que a Vale converte em impostos diretos ao fisco brasileiro, mesmo em período de baixa nas commodities, gerou a única receita estável previsível ao Leão deste ano. Uma série de contratos do governo foram garantidos via tais provisões com base na receita da Vale.
Até porque no início da crise, lembram quem veio ao mercado financeiro pedir dinheiro? Uma estatal que tudo faz para escapar da mira da CPI, já iniciada toda melada de azeite.
-------------
“Meu nome é Roger Agnelli, da Vale, brasileiro, e com muito orgulho.”
Aqui eu (por isso não estou lá, e sim aqui) escreveria “Meu nome é Roger Agnelli, da Vale, mesmo com esse presidente, sou Brasileiro, e não desisto nunca.”.
1) Link para artigo de Miriam Leitão com a carta de Roger Agnelli.
2)
Link para resumo da matéria de Kennedy Alencar e Julianna Sofia - na Folha para todos
OU
Link para íntegra da matéria de Kennedy Alencar e Julianna Sofia - na Folha para assinantes
Após ler isso tudo, tive que sair com o desabafo abaixo.
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Apesar de tachado de radical por alguns poucos, meu espelho continua sereno com esta conclusão, e intranqüilo com o que ela implica à nosso país há tempos: O regime democrático no Brasil está tão longe do absolutismo Venezuelano, quanto distante também está de qualquer outra deturpada democracia “primeiro-mundista”.
Usa-se de forma lhana a classificação que ressoa uma falsa igualdade através da representação indireta. Abusa-se, aqui, da aceitação do “lobismo” como menor dos males do capitalismo democrático. Lobby formal americano é bem diferente do nosso lóbi anormal brasileiro; e não apenas na grafia. Lá acontece mais no sentido privado -> político. Aqui é político -> privado, o que muda muito a razão da equação, e a torna muito mais injusta em dois pontos. Na perspectiva ética, se pensarmos que um lobby empresarial, por mais inescrupuloso que seja, é controlado pelo mercado, pela concorrência e pelo próprio risco intrínseco advindo da divergência moral entre componentes do conselho administrativo das empresas - que exercem a influência política sobre o poder público central. O segundo ponto é talvez o mais fundamental. Nosso lóbi é feito por indivíduos que desejam se perpetuar no poder. Ainda que com fins lucrativos (menores que o lobby empresarial), o político brasileiro, motivado por fatores históricos e por serem quem são exercem sem enxergar limites, o que de pior existe dentro do ser humano: o egoísmo, a mentira, o deslumbre e a ignorância ao próximo.
O que se passa com Roger Agnelli não é novidade. Mas quando transfigurado para executivos menos protegidos pelo tamanho de suas conquistas, gera-se moeda de comparação onde concluimos o estrago que um Lula pode fazer ao exercer pressão dentro do mercado privado. Não só via as várias empresas onde o Governo é sócio através de Previ, BNDES, BB, PETRO e etc. Essas já devem ocupar um percentual doutrinador do PIB. Se estendermos isso à empresas que são indiretamente influenciadas pelo peso do consumo das que acabo de mencionar, temos então um quadro assustador. Me esforço para ver diferente, mas guardadas as proporções históricas, sob o prisma do modelo público-privado nossa ótica é chinesa.
Também não vou aqui discutir o óbvio, de que por trás das divergências do “desletrado” em face ao plenejamento estratégico da Vale (não só na crise), se escondem necessidades o bastante longínquas do interesse público.
O que causou minutos adicionais de vida à minha capacidade de indignar-me, foi ver de forma direta no relato de Agnelli - a quem tenho grande admiração dentro do mundo privado – seu “amigo” presidente da República dos Bananas sendo discretamente avisado que se quiser usar a Vale em 2010, terá que demitir não apenas o criador da atual cultura corporativa da empresa, bem como boa parte desse grupo vencedor – as criaturas, ou funcionários da Vale.
Claramente sua carta teve direção certeira. E tenho certeza que não foram Kennedy Alencar e Julianna Sofia. Esses assinaram o editorial, fazendo com que “Não sei quem a enunciou, mas certamente não o fez no sentido construtivo.” não tenha a menor razão de SER, a não SER que Roger esteja avisando algo a outro SER.
Abaixo, algumas frase que tirei da carta de Agnelli para comentar com louvado e restrito prazer. Enfim vi alguém, sem rabo preso, avisar ao presidente de alguns, que seus desatinos embrulhados em ignorantes palavras não fazem assustam a todos. Principalmente seres pensantes, que ainda tenham na sua honra seu principal orgulho. Ou simplesmente que tenham um dia tenha lido e compreendido um simples gibi do Zé Carioca, e possa estar cientes do que se passa ao seu redor. Pessoas que a consciência levanta sozinha após um livre dormir.
“Tal frase só faz sentido quando aplicada a bandidos, que não respeitam a lei nem a ética.”
Pronto, ele já disse a que bando está referindo-se: Ali Babá (ou Ali Bêbado) e os quarenta ladrões.
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“ ‘Tiro de advertência’ tem de ser dado em quem não respeita a lei, a ordem ou usa de má-fé para obter vantagens em benefício próprio, ou de grupos aos quais é ligado.”
Sobra alguma dúvida sobre a quem ele está se “refelindo” companheiros?
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“A Vale é a empresa privada que mais investe no Brasil. Desenvolvemos projetos estruturantes na área de infraestrutura. Dependemos exclusivamente de nossos recursos, além de termos uma sólida posição financeira para continuar a crescer. Essa situação foi conquistada por termos um grupo de acionistas controladores que trabalham para a construção de um projeto: o de ser a maior e melhor mineradora do planeta, com benefícios trazidos para o Brasil.”
Uuuuuummmmm. Essa foi no estômago, baço, queixo... e finalmente, LONA!!
Estruturantes na área de infraestrutura? Assim como todo o texto, para bom entendedor a “repetição” de palavras com significados idênticos bastas.
Dependendo apenas dos próprios recursos, fato esse que salvou o governo Lula da atual crise atual. O montante que a Vale converte em impostos diretos ao fisco brasileiro, mesmo em período de baixa nas commodities, gerou a única receita estável previsível ao Leão deste ano. Uma série de contratos do governo foram garantidos via tais provisões com base na receita da Vale.
Até porque no início da crise, lembram quem veio ao mercado financeiro pedir dinheiro? Uma estatal que tudo faz para escapar da mira da CPI, já iniciada toda melada de azeite.
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“Meu nome é Roger Agnelli, da Vale, brasileiro, e com muito orgulho.”
Aqui eu (por isso não estou lá, e sim aqui) escreveria “Meu nome é Roger Agnelli, da Vale, mesmo com esse presidente, sou Brasileiro, e não desisto nunca.”.
Os dois últimos anos, e primeiros, de Olinad
Acabo receber uma ligação do amigo Olinad Czar. O folclórico morador de “sua eterna” Prússia ligou para, antes de qualquer delonga, desculpar-se - usando um característico inglês influenciado pelo esperanto, que segundo convicção própria, ainda vai dominar a comunicação mundial. Disse ele que mesmo hoje, a compreensão dos duros ensinamentos que lhe foram imputados há exatos dois anos , mesmo que aniversariando, não estão maduras o suficiente para entrar nos pergaminhos da vida.
Em 18 de agosto de 2007, quando seus 57 anos ingenuamente achavam que ele já tinha sentido de tudo, ele encontrara sua pedra preciosa. Desde então saiu de seus eixos, chegando ao impróprio da repulsa a si próprio. Após o que ele classifica como imaturidade ao ver os extremos da vida, imaginou tê-la perdido - ainda que nunca a tenha possuído. Encontrou-se novamente, e está repleto de lindas, mas como classificou, ainda pontuais conclusões sobre os porquês.
Prometera retornar brevemente com os ensinamentos, sabendo que estamos ansiosos por eles. O recado prematuramente (por não ter sido entendido) dado foi de que ele sempre teve à ele próprio, mas não era visível que a manutenção dos próprios valores o bastava.
Do nosso lado, a ânsia pelo conhecimento, individualista, não fere a alegria em sentirmos que o cerne do amigo está se recuperando. E que hoje suas histórias transmitem uma alma ainda mais apaixonante do que uma pura e excêntrica que tivemos a honra de conhecer, há mais de década.
Sorte na caminha amado NAD!
Em 18 de agosto de 2007, quando seus 57 anos ingenuamente achavam que ele já tinha sentido de tudo, ele encontrara sua pedra preciosa. Desde então saiu de seus eixos, chegando ao impróprio da repulsa a si próprio. Após o que ele classifica como imaturidade ao ver os extremos da vida, imaginou tê-la perdido - ainda que nunca a tenha possuído. Encontrou-se novamente, e está repleto de lindas, mas como classificou, ainda pontuais conclusões sobre os porquês.
Prometera retornar brevemente com os ensinamentos, sabendo que estamos ansiosos por eles. O recado prematuramente (por não ter sido entendido) dado foi de que ele sempre teve à ele próprio, mas não era visível que a manutenção dos próprios valores o bastava.
Do nosso lado, a ânsia pelo conhecimento, individualista, não fere a alegria em sentirmos que o cerne do amigo está se recuperando. E que hoje suas histórias transmitem uma alma ainda mais apaixonante do que uma pura e excêntrica que tivemos a honra de conhecer, há mais de década.
Sorte na caminha amado NAD!
Segunda-feira, Agosto 17, 2009
Joga alguma coisa agora Rubinho
Acho um exagero algumas "brincadeiras" com o Rubinho. Além do que ele merece, mas em linha com o mundo que nunca conspirou em favor do esportismo dele (ao contrário do profissionalismo --> $$) e justificável pelo nosso comportamento - sem ser pejorativo, mas de fato nós brasileiros temos tais características sádicas (humor corrosivo / autodepreciativo) impregnadas em nossas raízes. Autopiedade talvez? =/
Mas essa aqui publico pois achei sensacional :P
Mas essa aqui publico pois achei sensacional :P
Sexta-feira, Julho 31, 2009
Sobre a mesa...
Como está difícil para minha escrita nominal enfrentar algumas encruzilhadas, alimento o blog com esse excelente poema da minha amiga Roseane Pimenel.
Outros achados da mesma podem ser encontrados em www.recantodasletras.com.br
Sobre a mesa...
Sobre a mesa guardo as lembranças,
todas as quais não quero esquecer.
Todas que não quero perder,
dentro de um armário qualquer!
Sobre a mesa,
tem dezenas de copos vazios.
São dos cafés que tomei,
não queria dormir no frio.
Sobre a mesa,
tem todas as cartas que escrevi.
Nenhuma é de amor.
São dos sonhos que não vivi.
Mas tem algo que não está
sobre a mesa.
Sobre a mesa,
estão alguns retratos.
São de um tempo que tentei recuperar;
mas estão manchados e até rasgados.
Sobre a mesa,
caixas de lápis coloridos.
Era para enfeitar a vida,
que deixei somente em contornos.
Sobre a mesa,
tem os lenços que jamais usei.
Fingi que esperar não era problema.
e por isso nunca chorei.
Mas tem algo que não está
sobre a mesa.
Sobre a mesa,
deixei o passado, enganei a tristeza.
Perdi o tempo, sob os papéis amassados
tantas histórias, que fiz na pressa.
Mas tem algo que não está
sobre a mesa.
Sobre a mesa,
não deixei você ficar.
Nem no armário te guardei,
uma lembrança que quero levar.
Só tinha então um lugar
onde eu podia te deixar
Ainda sendo parte de mim
Ainda parte da minha alma.
Roseane Pimentel
Outros achados da mesma podem ser encontrados em www.recantodasletras.com.br
Sobre a mesa...
Sobre a mesa guardo as lembranças,
todas as quais não quero esquecer.
Todas que não quero perder,
dentro de um armário qualquer!
Sobre a mesa,
tem dezenas de copos vazios.
São dos cafés que tomei,
não queria dormir no frio.
Sobre a mesa,
tem todas as cartas que escrevi.
Nenhuma é de amor.
São dos sonhos que não vivi.
Mas tem algo que não está
sobre a mesa.
Sobre a mesa,
estão alguns retratos.
São de um tempo que tentei recuperar;
mas estão manchados e até rasgados.
Sobre a mesa,
caixas de lápis coloridos.
Era para enfeitar a vida,
que deixei somente em contornos.
Sobre a mesa,
tem os lenços que jamais usei.
Fingi que esperar não era problema.
e por isso nunca chorei.
Mas tem algo que não está
sobre a mesa.
Sobre a mesa,
deixei o passado, enganei a tristeza.
Perdi o tempo, sob os papéis amassados
tantas histórias, que fiz na pressa.
Mas tem algo que não está
sobre a mesa.
Sobre a mesa,
não deixei você ficar.
Nem no armário te guardei,
uma lembrança que quero levar.
Só tinha então um lugar
onde eu podia te deixar
Ainda sendo parte de mim
Ainda parte da minha alma.
Roseane Pimentel
Terça-feira, Julho 14, 2009
Um rei que sabe exercer sua majestade
A corrida da vida não menos corrida me fez adiar, mas não esquecer de marcar nesta minha memória "blogosferial" um ponto especial da minha esférica vida. Sem delongas, foram 4 horas e 16 minutos que fizeram de 5 de junho de 2009 um dia muito especial.
Um dia após a independência americana, um dos mais importantes independente deles perdia oficialmente algo que lhe fora tirado moralmente já há algum tempo. Eu mesmo nunca teria dado, apesar de admirar profundamente Pete Sampras. Roger Federer tornou-se o melhor Tenista "de direito" de todos os tempos, após não menos épica partida contra um surpreendente Andy Roddick.
Este último fez coisas que eu sinceramente não esperava dele. Jogou "a partida" de sua vida. Nunca fora tão consciente. Enobreceu a corte suíça, e sua majestade Roger Federer. De fato, este à conquistou nos últimos 7 anos de reinado. Golpe à golpe, slam à slam, esse grande rei arrebatou sua coroa.
Parece que eu estou exagerando né? Mas um apaixonado pela arte do Tênis como eu, que sofre com a nostalgia do seus mais velho amigos tenistas, não poderia ter intepretação diferente, com consequente expressão.
Agora poderei fazer com meus filhos, o mesmo que meu pai faz comigo com seus Pelés, Muhammad Alis e Juscelinos. "Sabe filhão, esse cara aí até que é bonzinho, mas na minha época, tinha um tal de Federer que você nem sonha".
"Eu vi o mestre da precisão jogar!". "Assisti seus grand slams de cabo à rabo". "Vi o cara jogar um desses ao vivo (sonho prestes a ser realizado ;-)".
Humildade, habilidade, fraquezas e fortalezas. Todas expostas e reconhecidas por um comportamento digno de seu título de rei. Federer conseguiu até fazer o mundo crítico entender seu amor por sua simpática, carinho e caridosa gordinha :P.
Roger prova à lei da física que a técnica sabe se superar, e que genes musculosos após genes inteligentes, a distância da habilidade à força ainda é ínfima como sempre foi, e espero, continuará sendo.
PS: ASSISTAM ABAIXO AO REI E SEU BALLET.
Um dia após a independência americana, um dos mais importantes independente deles perdia oficialmente algo que lhe fora tirado moralmente já há algum tempo. Eu mesmo nunca teria dado, apesar de admirar profundamente Pete Sampras. Roger Federer tornou-se o melhor Tenista "de direito" de todos os tempos, após não menos épica partida contra um surpreendente Andy Roddick.
Este último fez coisas que eu sinceramente não esperava dele. Jogou "a partida" de sua vida. Nunca fora tão consciente. Enobreceu a corte suíça, e sua majestade Roger Federer. De fato, este à conquistou nos últimos 7 anos de reinado. Golpe à golpe, slam à slam, esse grande rei arrebatou sua coroa.
Parece que eu estou exagerando né? Mas um apaixonado pela arte do Tênis como eu, que sofre com a nostalgia do seus mais velho amigos tenistas, não poderia ter intepretação diferente, com consequente expressão.
Agora poderei fazer com meus filhos, o mesmo que meu pai faz comigo com seus Pelés, Muhammad Alis e Juscelinos. "Sabe filhão, esse cara aí até que é bonzinho, mas na minha época, tinha um tal de Federer que você nem sonha".
"Eu vi o mestre da precisão jogar!". "Assisti seus grand slams de cabo à rabo". "Vi o cara jogar um desses ao vivo (sonho prestes a ser realizado ;-)".
Humildade, habilidade, fraquezas e fortalezas. Todas expostas e reconhecidas por um comportamento digno de seu título de rei. Federer conseguiu até fazer o mundo crítico entender seu amor por sua simpática, carinho e caridosa gordinha :P.
Roger prova à lei da física que a técnica sabe se superar, e que genes musculosos após genes inteligentes, a distância da habilidade à força ainda é ínfima como sempre foi, e espero, continuará sendo.
PS: ASSISTAM ABAIXO AO REI E SEU BALLET.
Quinta-feira, Maio 14, 2009
Que os santos continuem olhando para os nossos gramados
Hoje a necessidade econômica decidiu que eu deveria fazer home-office (conf-call às 4:30 da manhã). Pois bem, não reclamo do meu ganha-pão. Como de costume nos vários dias que por aqui tenho suado a camisa, parto para uma corridinha matinal. Molhado, sempre compro uma Folha. Maravilhado com a graça da vida, tomo um café com pãozinho (pãezinhos) na chapa, e sendo bem servido, normalmente deixo a leitura para o retorno para casa, pois prefiro trocar conviver um pouco com a vida daqueles que me dão atenção impressionante. Hoje o dia foi presenteado com uma manhã tão linda quanto os raros dias que passamos sem ouvir uma única palavra arranha e sem consonância de Lula; cheguei tão cedo na padaria que o "Cisso" (chapeiro) ainda não tinha falado com ninguém sobre o seu Timão. Fiz questão de permitir que o cara colocasse para fora sua emoção - que será curta, pois aposto minhas fichas no Flu semana que vem. Então este me pediu para verificar no jornal quem do Corinthians havia tomado amarelo (mesmo eu avisando que a Copa do Brasil não pune por trincas). Olhei. Sem poder evitar, vi também a coluna de Juca Kfouri, mesmo que errante (como todos nós), peça raríssima no jornalismo brasileiro devido a sua ética irrefutável.
Desde àquela hora prometi a mim que registraria sua coluna desta data em meu memorial pessoal. Assim talvez consiga mostrar para alguns poucos ignorantes na matéria bola, que minorar a beleza desta importante futilidade que aflige mais da metade dos homens do mundo (e criticar esses) trate-se de aí sim, tornar-se um ignorante.
Canso de ouvir as besteiras que dizem sobre nós, apreciadores da arte de Pelé. Mas ai de mim se falar merda de... bom.. deixando a vingança de lado ;) - Disse e repito, sobre comportamento humano, seus limites e reações, poucas artes tem melhor fluência na comunicação social que o Futebol.
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Uns dirão: “Ah, esse texto só está aí porque o embeleza as vitórias do seu time”.
E eu respondo: “Não, é porque explica as razões do meu amor pelo futebol, em um ano que os gramados brasileiros estão recebendo entidades divinas”. Nilmar que o diga.
Na 'Folha' de hoje - 14 de maio de 2009
JUCA KFOURI
Um mês de emoções
Fazia muito tempo que, em tão pouco tempo, apenas 30 dias, o futebol não oferecia tanta sensação
COMEÇOU EM 12 de abril e culminou em 12 de maio, se é que ontem não teve mais.
A temporada de 2009 anda pródiga em emoções e em beleza técnica, embora ainda nem tenha decidido seus principais torneios, como a Copa dos Campeões na Europa e a Libertadores e a Copa do Brasil por aqui, para não falar do Campeonato Brasileiro, que só está começando.
Mas o ano já está marcado por oito momentos que aconteceram nos 30 dias que separam as datas acima.
Em 12 de abril, Cristian, nos segundos derradeiros, acertou um tirambaço de fora da área no Pacaembu e derrotou o São Paulo de Rogério Ceni, que, por muito tempo, terá de conviver com o golaço em sua dura convalescença.
Dois dias depois, Chelsea e Liverpool protagonizaram um dos jogos mais espetaculares da história, aquele 4 a 4 inesquecível, que seria único, raro, para contar para os netos, não fosse outro 4 a 4, apenas uma semana depois, entre o mesmo Liverpool e o Arsenal.
Então, junte os dois e faça força para contar para os bisnetos, só para que eles digam que o biso está gagá.
Parasse por aí e já estaria de bom tamanho. Mas não.
Eis que Ronaldo, no palco do Rei Pelé, deu um presente aos amantes do futebol, no dia 26 de abril, ao fazer aquele gol de cobertura que o mundo todo cobriu.
São insondáveis as razões que levam os artistas a concorrer entre si sem que eles saibam até que estejam concorrendo.
Porque quando, em Santiago, Cleiton Xavier pegou a bola aos 42min do segundo tempo e se preparou para chutá-la, a nação alviverde berrou: "Passa, passa!".
Em vão.
Ele chutou do meio da rua, a bola fez uma curva improvável e decretou a classificação do Palmeiras às oitavas de final da Libertadores, um gol para levantar defunto, daqueles que merecem a pichação nos muros dos cemitérios, "Vocês não sabem o que perderam".
Como a Terra é dos vivos e é, como se sabe, uma bola, não ficava bem que tantas emoções se restringissem aos anglo-saxões e aos brasileiros, num planeta que não seria o mesmo sem a Catalunha.
E para euforia catalã, também nos segundos derradeiros, e já em maio, 6, eis que Iniesta teve um acesso de Cleiton Xavier e botou o Barcelona na final da Copa dos Campeões, com uma finalização fulminante para devolver ao Chelsea a dor que causou na cidade dos Beatles.
Bem feito!
Dor por dor, o que dizer dos corintianos, que andavam tão pimpões com os que lhes cabia nesta epopeia, de Cristian a Fenômeno?
Dizer que há sempre um Nilmar para enfileirar meio time alvinegro num gol espetacular, regiamente pago pelo próprio Gambazada e festejado, mundo afora, não só pelos colorados.
Gol, gol, gols. Só aqui tratamos de 21.
Estava faltando alguém para evitá-los.
Mas não só.
Evitá-los com a capacidade de causar a mesma emoção que toma conta de todos quando acontece.
E esse alguém só poderia ser ele (quase escrevo com "e" maiúsculo, mas, depois de ter apanhado tanto com a coluna do ateísmo, achei melhor não...): São Marcos!
Preciso explicar por quê?
Desde àquela hora prometi a mim que registraria sua coluna desta data em meu memorial pessoal. Assim talvez consiga mostrar para alguns poucos ignorantes na matéria bola, que minorar a beleza desta importante futilidade que aflige mais da metade dos homens do mundo (e criticar esses) trate-se de aí sim, tornar-se um ignorante.
Canso de ouvir as besteiras que dizem sobre nós, apreciadores da arte de Pelé. Mas ai de mim se falar merda de... bom.. deixando a vingança de lado ;) - Disse e repito, sobre comportamento humano, seus limites e reações, poucas artes tem melhor fluência na comunicação social que o Futebol.
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Uns dirão: “Ah, esse texto só está aí porque o embeleza as vitórias do seu time”.
E eu respondo: “Não, é porque explica as razões do meu amor pelo futebol, em um ano que os gramados brasileiros estão recebendo entidades divinas”. Nilmar que o diga.
Na 'Folha' de hoje - 14 de maio de 2009
JUCA KFOURI
Um mês de emoções
Fazia muito tempo que, em tão pouco tempo, apenas 30 dias, o futebol não oferecia tanta sensação
COMEÇOU EM 12 de abril e culminou em 12 de maio, se é que ontem não teve mais.
A temporada de 2009 anda pródiga em emoções e em beleza técnica, embora ainda nem tenha decidido seus principais torneios, como a Copa dos Campeões na Europa e a Libertadores e a Copa do Brasil por aqui, para não falar do Campeonato Brasileiro, que só está começando.
Mas o ano já está marcado por oito momentos que aconteceram nos 30 dias que separam as datas acima.
Em 12 de abril, Cristian, nos segundos derradeiros, acertou um tirambaço de fora da área no Pacaembu e derrotou o São Paulo de Rogério Ceni, que, por muito tempo, terá de conviver com o golaço em sua dura convalescença.
Dois dias depois, Chelsea e Liverpool protagonizaram um dos jogos mais espetaculares da história, aquele 4 a 4 inesquecível, que seria único, raro, para contar para os netos, não fosse outro 4 a 4, apenas uma semana depois, entre o mesmo Liverpool e o Arsenal.
Então, junte os dois e faça força para contar para os bisnetos, só para que eles digam que o biso está gagá.
Parasse por aí e já estaria de bom tamanho. Mas não.
Eis que Ronaldo, no palco do Rei Pelé, deu um presente aos amantes do futebol, no dia 26 de abril, ao fazer aquele gol de cobertura que o mundo todo cobriu.
São insondáveis as razões que levam os artistas a concorrer entre si sem que eles saibam até que estejam concorrendo.
Porque quando, em Santiago, Cleiton Xavier pegou a bola aos 42min do segundo tempo e se preparou para chutá-la, a nação alviverde berrou: "Passa, passa!".
Em vão.
Ele chutou do meio da rua, a bola fez uma curva improvável e decretou a classificação do Palmeiras às oitavas de final da Libertadores, um gol para levantar defunto, daqueles que merecem a pichação nos muros dos cemitérios, "Vocês não sabem o que perderam".
Como a Terra é dos vivos e é, como se sabe, uma bola, não ficava bem que tantas emoções se restringissem aos anglo-saxões e aos brasileiros, num planeta que não seria o mesmo sem a Catalunha.
E para euforia catalã, também nos segundos derradeiros, e já em maio, 6, eis que Iniesta teve um acesso de Cleiton Xavier e botou o Barcelona na final da Copa dos Campeões, com uma finalização fulminante para devolver ao Chelsea a dor que causou na cidade dos Beatles.
Bem feito!
Dor por dor, o que dizer dos corintianos, que andavam tão pimpões com os que lhes cabia nesta epopeia, de Cristian a Fenômeno?
Dizer que há sempre um Nilmar para enfileirar meio time alvinegro num gol espetacular, regiamente pago pelo próprio Gambazada e festejado, mundo afora, não só pelos colorados.
Gol, gol, gols. Só aqui tratamos de 21.
Estava faltando alguém para evitá-los.
Mas não só.
Evitá-los com a capacidade de causar a mesma emoção que toma conta de todos quando acontece.
E esse alguém só poderia ser ele (quase escrevo com "e" maiúsculo, mas, depois de ter apanhado tanto com a coluna do ateísmo, achei melhor não...): São Marcos!
Preciso explicar por quê?
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